Diagnóstico 3D Orientado pela Face!

Bem vindo ao protocolo

Este protocolo de diagnóstico apresenta planos de referência que compõem, além de análises craniométricas, análises faciais, viabilizando maior clareza e precisão na visualização da anatomia do paciente.

Essas funcionalidades fazem do Sym 3D Face um protocolo inovador, porque, além de auxiliar estrategicamente o trabalho do especialista, ele possibilita a melhor compreensão por parte do paciente. O dentista conta com imagens mais claras e bem trabalhadas, podendo conversar com o paciente de modo mais didático a fim de levá-lo à compreensão do seu quadro clínico.

Além disso, a 3DI apresenta inovações ao disponibilizar uma série de avaliações dinâmicas do complexo craniofacial para um melhor entendimento da condição do paciente. Abaixo, você confere algumas das possibilidades de análise viabilizadas por este protocolo:

Análise facial

Avaliações das proporções faciais

Análise Craniometrica

Avaliações intracranianas por medidas e ângulos

Planos de Referência

Planos axial, coronal e sagital de referência

Algumas avaliações do protocolo

Proporção dos Terços Faciais

Avaliação dos terços faciais: o terço superior da face, que vai da linha do cabelo até Glabela tecido mole, é o menos importante, pois é altamente variável dependendo do estilo do cabelo. O terço médio se estende do tecido mole da Glabela até a região do ponto subnasal, e o terço inferior da área subnasal ao tecido mole do mento.

Terço Inferior da Face - Frontal

Terço inferior da face: compreende o subnasal se estendendo até o tecido mole do mento, é a soma de lábio superior, espaço interlabial e lábio inferior.

O lábio superior normalmente é ligeiramente menor que a metade do comprimento do inferior.

Simetria Frontal

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Horizontal Verdadeira – Borda Incisal

Avaliação do Plano Horizontal Verdadeiro em relação à linha da borda incisal dos incisivos centrais superiores. Idealmente, numa condição dentofacial de equilíbrio, deveria haver um paralelismo entre o Plano e a linha da borda incisal.

Horizontal verdadeira – comissura labial e tecido mole do mento

Avaliação do paralelismo do Plano Horizontal Verdadeiro em relação à linha da comissura labial e do tecido mole do mento. Em faces simétricas, espera-se observar um paralelismo entre o Plano Horizontal Verdadeiro e a linha da comissura e do tecido molde do mento. Variações na condição de simetria do esqueleto, ou da condição dentoalveolar e/ou muscular podem levar a alterações dos tecidos moles a região de comissura e do mento.

Horizontal Verdadeira – Caninos Superiores

Avaliação do Plano Horizontal Verdadeiro em relação à linha que passa na cúspide dos caninos superiores. Idealmente, numa condição dentofacial de equilíbrio, deveria haver um paralelismo entre o Plano e essa linha dos caninos. Variações na condição de simetria do esqueleto, ou da condição dentoalveolar ou de desgastes dos dentes podem levar à alteração dessa linha dos caninos e quebra do paralelismo nessa avaliação.

Hemi Telerradiografia

Com a conjugação do esqueleto, modelos e foto 3D, observa-se a relação do perfil do esqueleto facial conjugado com a visualização das vias aéreas, eventuais compensações dentoalveolares dos incisivos superiores e inferiores, e sua relação com a espessura dos tecidos moles da face.

1/3 Inferior da Face - Perfil

Terço inferior da face: compreende o subnasal se estendendo até o tecido mole do mento, é a soma de lábio superior, espaço interlabial e lábio inferior.

O lábio superior normalmente é ligeiramente menor que a metade do comprimento do inferior. 

Análise Perfil - Arnett Plano Vertical Verdadeiro

Projeção Nasal: longo, normal ou curto. 

Proeminência do lábio superior: retruído, normal ou protruído (2,5 a 4,9 para mulheres e 1,6 a 4,0 para homens).

Proeminência do lábio inferior: retruído, normal ou protruído (0,5 a 3,3 mm para mulheres e -1,2 a 3,2mm para homens). 

Proeminência do tecido mole do pogônio: retruído, normal ou protruído (-4,5 a -0,7mm para mulheres e -5,3 a -1,7 para homens).

Análise Perfil - Andrews Plano Glabela Vertical

Método de diagnóstico eficiente no que se refere à posição ântero-posterior dos maxilares, pois dá ênfase à captação da singularidade de cada caso e enfoca a necessidade da percepção estética da face visualizada de perfil.

Plano estético de Ricketts

O Plano Estético de Ricketts representado pela linha E, descreve a posição do lábio inferior como dois milímetros atrás da linha E.

Postulado de Holdaway

Ao se traçar a linha NB: a distância medida da linha NB até os incisivos inferiores deve ser igual a distância da linha NB até o pogônio.

Ângulo de Convexidade da Face

O ângulo  de Convexidade é formado pela intersecção das linhas G’- Sn e Sn-Pog’.

Classe I: entre165 e 175 graus. 

Classe II: < 165 graus. 

Classe III: > 175 graus.

Ângulo Naso-Labial

O ângulo nasolabial é formado pela intersecção de 2 linhas uma tangente a columela e outra tangente ao lábio superior. Varia de 90 a 110 graus. (90 a 95 para homens e entre 100 e 105 para mulheres). 

Avaliação de Simetria Tecidos Moles

Avaliações, angulares e lineares, sob determinadas regiões padronizadas da face, afim de se quantificar possíveis alterações na simetria dos tecidos moles. Objetiva-se, assim, ter um parâmetro mais quantitativo e de orientação para as diversas especialidades que tratam da Harmonia Facial.

Análise Frontal e Inferior Esquelética

Avaliar a relação dos planos de referência com o esqueleto facial do paciente, principalmente a condição de simetria nos aspectos vertical e látero-lateral.

 

Análise Frontal e Inferior Esquelética

Avaliar espacialmente a relação da mandíbula com o PSM e o Plano Coronal. Observar morfologicamente a relação de simetria dos ramos e corpos mandibulares, além do posicionamento dos côndilos, fossas articulares e os pontos gônios. Visualização dos arcos zigomáticos.

Triângulo de Simetria Esquelética Superior

ENA - PSM     =    0.67 mm

Observar se a maxila (em especial a Espinha Nasal Anterior) encontra-se desviada em relação ao PSM, ou se há algum desvio espacial da maxila como um todo, utilizando o que chamamos de Triângulo de Simetria Esquelética Superior.

Avaliar, por meio da transparência do filtro, condição de simetria do invólucro de tecidos moles, rafe palatina e esqueleto facial.

Avaliar possíveis alterações morfológicas, tridimensionalmente, na região de tuberosidade de maxila.

Triângulo de Simetria Esquelética Inferior

Me - PSM     =    -0.02 mm

Observar se a maxila (em especial a Espinha Nasal Anterior) encontra-se desviada em relação ao PSM, ou se há algum desvio espacial da maxila como um todo, utilizando o que chamamos de Triângulo de Simetria Esquelética Superior.

Avaliar, por meio da transparência do filtro, condição de simetria do invólucro de tecidos moles, rafe palatina e esqueleto facial.

Avaliar possíveis alterações morfológicas, tridimensionalmente, na região de tuberosidade de maxila.

Avaliação da Relação Sagital e Axial Maxilo-Mandibular

Discrepância Ponto A - Ponto B    =    -2.11 mm

Imagem lateral e ínfero-superior do crânio: Crânio orientado pela Posição Natural da Cabeça (Plano Axial paralelo ao solo).

Cálculo da discrepância linear entre os pontos A e B para quantificar a verdadeira discrepância maxilo-mandibular no sentido Antero-Posterior (Classe I, II ou III).

Valores negativos demonstram maxila posteriorizada em relação à mandíbula.

Análise Sagital Pl. Oclusal – Pl. Camper (Pitch)

Avaliação do perfil esquelético e do contorno do tecido mole.

Com o Plano Axial paralelo ao solo, observar a relação  ântero - posterior entre maxila e mandíbula.

Observação da relação dos planos de referência em relação ao esqueleto facial, nos planos vertical e ântero-posterior.

Avaliar a inclinação do Plano Oclusal Superior (POS) em relação ao Plano de Camper (PC).

Classe I: POS tende a estar paralelo ao PC.

Classe II: tende a divergir na região anterior, por rotação do POS no sentido horário, em relação ao PC.

Classe III: tende a divergir na região posterior, por rotação do POS no sentido anti-horário, em relação ao PC.

 

Telerradiografia - Esquerda e Direita

Avaliação da projeção da telerradiografia bilateralmente e sua relação com o contorno dos tecidos moles e vias aéreas.

Reconstrução AP

Avaliação da reconstrução ântero-posterior gerada a partir da tomografia.

Observar a morfologia do esqueleto facial como um todo.

Avaliação conjugada com o filtro de tecidos moles de possível assimetria muscular.

ATM

Observar a relação tridimensional dos côndilos dentro das fossas articulares e ponderar sobre suas relações quanto à possível má oclusão, considerando também eventual sintomatologia clínica.

Avaliar ainda sobre a condição anatômica, morfológica e se há eventuais indícios de alterações patológicas das ATM’s. Hoje cada vez mais somam-se à essas imagens os estudos dos discos articulares por meio de Ressonância Magnética.

Simetria Plano Oclusal Superior - Plano Axial

Avaliação quantitativa de possíveis assimetrias do complexo maxilar superior em relação ao Plano Axial.

Observar e comparar incisivos centrais, caninos e primeiros molares superiores possíveis diferenças entre o lado direito e esquerdo que influenciem no sorriso final do paciente. Serve ainda para realizar o diagnóstico diferencial nos casos de assimetria do plano oclusal superior para definir se é um problema dento-alveolar, basal ou até mesmo muscular.

Simetria Plano Oclusal Inferior - Plano Mandibular

Avaliação de possíveis assimetrias da condição dento-alveolar na mandíbula em relação ao Plano Mandibular. Observar e comparar incisivos centrais, caninos e primeiros molares inferiores possíveis diferenças entre o lado direito e esquerdo. Esta observação é especialmente importante em pacientes com assimetrias, inclinações de plano oclusal, compensações dento-alveolares e mordidas abertas.

Avaliação Morfológica do Ângulo Goníaco

Observação de possíveis alterações morfológicas da mandíbula com relação ao ângulo entre o ramo e corpo mandibular, comparando-se os lados direito e esquerdo.

Possíveis assimetrias faciais podem ser observadas por alterações morfológicas, e não somente por alteração de tamanho do esqueleto facial.

Comparar esses dados à Avaliação craniométrica mandibular.

Na imagem: Ângulo Goníaco D = 113.37 °

Avaliação Craniométrica Mandibular

Avaliação do comprimento dos corpos e ramos mandibulares direito e esquerdo. Na interpretação clínica desses dois fatores acima é primordial a observação de possível alteração de comprimento da mandíbula no que diz respeito ao ramo e corpo mandibular, devendo haver comparação entre os lados direito e esquerdo.

Possíveis assimetrias faciais podem ser observadas por alterações de crescimento, morfológica, muscular e/ou de postura da mandíbula.

Na imagem: 

Cond D - GoD = 59.52 mm

Go D - Me = 83.32 mm

Soma Ramo Corpo D = 142.84 mm

Diferença Soma D e Soma E = 2.2 mm

 

Avaliação Teto Fossa - Plano Axial

Avaliação de possível compensação de crescimento assimétrico dos ramos da mandíbula.

Algumas assimetrias mandibulares podem ser compensadas, na relação côndilo-fossa articular, sem levar a maiores desvios do centro da mandíbula.

Na imagem: Teto Fossa D - Pl. Axial = 3.06 mm. 

Avaliação Morfológica do Ramo - Plano Axial

Observação de possível alteração morfológica dos ramos da mandíbula em relação ao Plano Axial, no sentido látero-lateral (ângulo interno).

Avaliação Morfológica do Corpo Mandibular

Avaliação de possível alteração morfológica dos corpos da mandíbula em relação ao Plano da Sínfise.

Observar, nesta vista ínfero-superior, o contorno ósseo da região basal do corpo da mandíbula para avaliar se existe uma diferença significante nessa morfologia, pois em alguns pacientes pode ocorrer assimetria na face, embora esses casos, em especial, sejam mais raros de se observar.

Na imagem: 

Ângulo Corpo D = 36.53 °

Ângulo Corpo E = 34.41 °

Plano da Sínfise - Vista Frontal

Avaliação da linha média dentária inferior em relação Plano da Sínfise mandibular (linha verde). Parâmetro voltado para os casos de cirurgia ortognática ou de desvio postural mandibular. Assim, dentro dos princípios do preparo orto-cirúrgico, o ortodontista, idealmente, deve levar a linha média dentária inferior para o centro da sínfise da mandíbula, para que o cirurgião possa corrigir o esqueleto assimétrico.

Em casos apenas não esqueléticos a correção ortodôntica leva ao posicionamento adequado mandibular.

O ortodontista consegue ver milimetricamente quanto tem que movimentar os dentes para corrigir a assimetria intra-arco para realizar o tratamento correto.

Na imagem: LMDI - Pl Sínfise = 1.52 mm

Avaliação de Simetria Dentária Superior

Avaliação quantitativa de simetria, ântero-posterior e transversal, de caninos e primeiros molares superiores em relação ao Plano Coronal e PSM.

Essas visualizações e quantificações dos problemas talvez sejam alguns dos grandes diferenciais dos exames 3D, pois estimulam a inteligência espacial do profissional no raciocínio do Diagnóstico e Planejamento.

Relacionar essa avaliação estrategicamente junto coma avaliação forntalda face e possíveis desvios das linhas medianas auxilia o clínico no estabelecimento dos seus objetivos de tratamento.

 

Avaliação de Simetria Pentágono Dentário Superior

Para a avaliação dento-alveolar utiliza-se a figura do pentágono para mapeamento 3D dos planos oclusais. Engloba molares e caninos – pilares da oclusão – e incisivos centrais, referência principal para o planejamento estético, no caso do superior, e sobremordida/guia anterior, no caso do inferior.

Em caso de desequilíbrio dos planos oclusais iremos observar as figuras dos pentágonos deformadas, refletindo as alterações nos três planos do espaço (transversal, vertical e ântero-posterior).

Avaliação de Simetria Dentária Inferior

Avaliação quantitativa de simetria ântero-posterior, e transversal, de caninos e primeiros molares inferiores em relação ao Plano Coronal e PSM. (texto em vermelho). 

Avaliação de Simetria Pentágono Dentário Inferior

Para a avaliação dento-alveolar utiliza-se a figura do pentágono para mapeamento 3D dos planos oclusais. Engloba molares e caninos – pilares da oclusão – e incisivos centrais, referência principal para o planejamento estético, no caso do superior, e sobremordida/guia anterior, no caso do inferior.

Em caso de desequilíbrio dos planos oclusais iremos observar as figuras dos pentágonos deformadas, refletindo as alterações nos três planos do espaço.

Discrepância A – Pentágono Superior

Avalia o grau de compensação dento-alveolar da borda incisal dos incisivos superiores em relação ao ponto A.

Discrepância A - UDM = 7.52 mm

Discrepância B – Pentágono Inferior

Avalia o grau de compensação dento-alveolar da borda incisal dos incisivos inferiores em relação ao ponto B.

Discrepância B - LDM = 2.3 mm

Avaliação de Simetria Pentágono Dentário Inferior - Plano Sínfise

Avaliação pentágono dentário inferior, agora em relação Plano da Sínfise mandibular, usada especialmente para os casos de cirurgia ortognática ou de desvio postural de mandíbula.

Para o preparo orto-cirúrgico ou de correção de desvio postural o ortodontista, idealmente, deveria levar a linha média dentária inferior para o centro da sínfise da mandíbula.

Visualização espacial do pentágono em relação ao centro da mandíbula.

 

Avaliação de Simetria dos Pentágonos Dentários

Observa-se que nos casos de Classe I, ocorrendo equilíbrio dos planos oclusais superior e inferior, ou nos casos pós-tratamento ortodôntico, em qualquer um dos planos do espaço, a figura mostra os pentágonos coordenados e relacionados de forma simétrica.

Avaliação da Discrepância Transversal Dento-Alveolar

Observar a Curva de Monson, a condição de implantação dos dentes em seus rebordos alveolares, região onde realiza-se a leitura da largura do arco superior e inferior, juntamente com o cálculo da Discrepância Transversal.

Avaliação da Discrepância Transversal Esquelética

Avaliar a condição de relacionamento das bases ósseas, maxila e mandíbula, no aspecto transversal.

Deficiência Esquelética: o paralelograma apresenta a base inferior maior que a superior, observa-se a convergência para a base superior nos casos de discrepância negativa esquelética, chamando atenção para uma possível hipótese de disjunção maxilar em crianças e/ou adultos.

Dimensão transversal normal: o paralelograma apresenta a base inferior menor que a superior, ou quase do mesmo tamanho, evidenciando um adequado relacionamento dessas bases ósseas.

Avaliação da Borda Wala

Representa uma linha imaginária na superfície externa da mandíbula ou uma estrutura anatômica com constituintes teciduais moles e duros e utilizada no planejamento, acompanhamento e finalização dos tratamentos ortodônticos e ortopédicos.

Referencial a ser determinado por medidas que constituirão um arco que deve servir de parâmetro nas correções das alterações da oclusão e alinhamento dos dentes inferiores. Dessa forma, sua mensuração pode ser feita de segundo a segundo molares inferiores, envolvendo também todos os demais dentes inferiores.

(imagem está com solicitação de correção) 

Avaliação da Sutura Maxilar para MARPE ou SARPE

Avaliar a região de sutura maxilar para melhor entendimento da anatomia e estrutura óssea local e correlacionar com possíveis abordagens terapêuticas ortopédicas e/ou cirúrgicas.

Avaliação da Inclinação Vestíbulo Lingual – Plano da Sutura Maxilar e Corredor Bucal

Além das avaliações anteriores, outras interpretações podem ser feitas no que diz respeito a problemas transversais, uma delas é a que mede a condição de simetria nas inclinações vestíbulo-linguais dos dentes posteriores na maxila. Este fator é importante nos casos de assimetria esquelética, pois é comum encontrarmos compensações/assimetrias dento-alveolares nos dentes posteriores, oferecendo também um parâmetro para uma avaliação de simetria do arco superior no que diz respeito ao torque dos dentes posteriores.

Volume Vias Aéreas

O Protocolo SYM 3D disponibiliza imagens de todo trajeto da cápsula nasal, nasofaringe e da orofaringe por meio de visualização dinâmica de vídeo.

Padronização na determinação da área do volume interno das vias aéreas, para que se possa fazer análises comparativas em outros tempos de registro do mesmo paciente.

Além disso identifica-se a região de menor constricção do volume. O relatório apresenta ainda uma série de medidas cefalométricas dessa região para compor nas diversas possibilidades diagnósticas.

Posicionamento dos Incisivos na Sínfise Esquerdo

A análise cefalométrica 3D possibilita uma individualização de várias grandezas cefalométricas, permitindo, por exemplo, que o posicionamento dos incisivos superiores e inferiores seja avaliado separadamente, e em relação ao lado direito e esquerdo.

Visualização importante para dar ao profissional um entendimento mais real da condição de implantação dos dentes em suas respectivas sínfises, auxiliando desta maneira na determinação de metas objetivas dos limites da movimentação dentária.

Posicionamento dos Incisivos na Sínfise Aproximado

Imagens dos cortes tomográficos ampliadas das regiões dos incisivos superiores e inferiores, região na qual realizam-se as mensurações dos valores de overjet e overbite do paciente.

Avaliação Anatômica Dento-Gengivo-Esqueletal de Sítios de Ancoragem Esquelética

Avaliar a anatomia das regiões de pilar canino superior e inferior, além da região de forame mentoniano, bilateralmente,  para auxílio no planejamento cirúrgico de miniplacas e/ou miniparafusos. Deve-se avaliar rebordo alveolar, espessura de tábuas ósseas, profundidade de vestíbulo e correlacionar com alturas e posicionamentos dos dispositivos de ancoragem, além das dimensões dos mesmos.

Reconstrução Longo Eixo Radicular

Avaliação da reconstrução tridimensional das raízes. Auxiliar da visualização do longo eixo radicular dos dentes e seu grau de inclinação mesio-distal, tão importante na colagem dos bráquetes ortodônticos.

 

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